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Dentre constantes mutações, sou quem fui predestinada a ser. Não pelo destino propriamente dito, mas por minhas atitudes, meus sonhos, meus desejos, meus preceitos (...). Dantes menina, dagora mulher. Mãe, fiel, compreensiva, amiga, boa ouvinte, curiosa, ansiosa, costumava sorrir mais, é verdade. Cabeça dura, porém, justa. Amante! Sim, amo a vida e as oportunidades e desafios que ela nos proporciona a cada instante. Quem sou esta noite será apenas a sombra do que serei ao alvorecer do dia...

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Ah, a saudade!


Saudade. Pequeno significante que unido ao seu grande significado forma este poderoso signo linguístico, capaz de mesclar emoções e sentimentos, de nos levar do amor ao ódio, de nos deixar tristes para então nos propiciar a felicidade do tão esperado reencontro ou a serenidade para acreditarmos que um dia, muito distante (espero eu), enfim, a morte mate a saudade daqueles que só fazem parte deste mundo pela forma do amor e da saudade... Ah, a saudade!